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O Furacão Katrina foi um grande furacão, uma tempestade tropical que alcançou a categoria 5 da Escala de Furacões Saffir-Simpson. Os ventos do furacão alcançaram mais de 280 quilômetros por hora, e causaram grandes prejuízos na região litorânea do sul dos Estados Unidos, especialmente em torno da região metropolitana de New Orleans, em 29 de Agosto de 2005 onde mais de um milhão de pessoas foram evacuadas. O furacão passou pelo sul da Flórida, causando em torno de 2 bilhões de dólares de prejuízo e causando 6 mortes diretas. Foi a 11ª tempestade a receber nome, sendo o quarto entre os furacões. O furacão Katrina causou até agora aproximadamente mil mortes, até 31 de agosto de 2005, sendo um dos furacões mais destrutivos a ter atingido o Estados Unidos. O furacão paralisou muito da extração de petróleo e gás natural dos EUA, uma vez que boa parte do petróleo estadunidense é extraído no Golfo do México. Atualmente, cinco milhões de pessoas estão sem energia na região da Costa do Golfo, e pode levar até dois meses para que toda a energia seja restaurada.
Rota do furacãoDe acordo com o Centro Nacional de Furacões do EUA (NOAA) que emitiu um relatório em 23 de agosto informando que havia formado um depressão tropical a sudeste de Bahamas. Em 24 evoluiu para um tempestade tropical e em 25 se aproximou de Aventura, Flórida.
Katrina enfraqueceu-se dia 26 depois de se entrontrar com a terra, transformando-se em categoria 2 com ventos de 100 mph indo em direção ao Mississippi e Louisiana. Dia 27 evoluiu para categoria 3 com intensidade de um furacão e dia 28 foi para categoria 4, no início da tarde o Katrina se intensificou rapidamente com ventos de 175 mph (281 km/h) ultrapassando o ponto de início da categoria 5 com pressão de 902 mbar (hPa), sendo o furacão mais intenso da bacia do atlântico. Dia 29 o Katrina atingiu Mississippi, Louisiana e Alabama.
Consequências
Como consequência da tempestade, muitos problemas apareceram. Alguns dos diques que protegiam New Orleans não conseguiram conter as águas do Lago Pontchartrain, que afluiu cidade adentro, inundando mais de 80% da cidade. Cerca de 200 mil casas ficaram debaixo d'água em New Orleans. Com os diques e o solo sedimentar da cidade (que impermeabilizam o solo da cidade e tornaram o terreno de fato um lago artificial), é esperado ao menos três meses para que a água possa ser totalmente bombeada para fora da cidade. O furacão causou grandes estragos na cidade, entre elas danos no sistema de abastecimento sanitário e de esgoto de New Orleans. Como consequência, estima-se o retorno dos habitantes de New Orleans para a cidade somente em meados do verão de 2006. A maioria dos habitantes da cidade foram evacuados para outras cidades do estado de Louisiana, Texas e Missouri. Porém, vários dos habitantes evacuados foram transportados para regiões distantes tais como Washington, Ontário e Illinois.
A área federal de desastre foi colocada sob o controle da FEMA (comandada por Michael Chertoff) e a Guarda Nacional. Na noite de 31 de Agosto, o Prefeito de Nova Orleans, Ray Nagin, declarou "lei marcial" na cidade e disse que "os policiais não precisavam se preocupar com os direitos civis para deter os saqueadores". A interrupção de suprimento de petróleo, importações e exportações causada pela tempestade provavelmente trarão consequências enormes para a economia global.
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